08/07/2008 11:16

Sem seguranças, sem frescura, apenas o melhor do mundo...


Para quem está acostumado a ver os astros brasileiros chegando para as entrevistas, cercados por seguranças, assessores, agentes e empresários, foi um agradável susto.

De tênis pretos e meias brancas, camiseta, calção e agasalho de treinamento do glorioso São Paulo Futebol Clube, onde tudo começou, de repente o melhor jogador do mundo surge sozinho, na hora combinada, caminhando lentamente pelo CT do seu ex-clube na Barra Funda, que mais parece um resort temático de futebol.
Ricardo Izecon Santos Leite, o Kaká, a figura que aparece à minha frente, cumprimentando-me com um sucinto “Oi!”, como se nos víssemos todo dia, poderia tranqüilamente passar por apenas mais um dos jovens jogadores que freqüentam este modelar centro de treinamento, jogando e sonhando com a fama.
Não é fácil marcar uma entrevista com ele. O mundo inteiro quer falar com Kaká, desde que ele trocou o São Paulo, ainda como jovem revelação, pelo Milan, vendido pela bagatela de 8,5 milhões de euros, em 2003.
Aos 26 anos, com todos os títulos possíveis no currículo, Kaká tornou-se uma rara unanimidade no mundo do futebol. Bastam alguns poucos minutos de conversa com ele para descobrir os motivos.
No intervalo das sessões diárias de fisioterapia que faz religiosamente com o professor Carlos Alberto Vasconcelos Pressinoti, o Beto, um ex-jogador das equipes de base do São Paulo, que rodou sem sucesso por vários times do país, Kaká responde às nossas perguntas sempre com um sorriso, sem se abalar e sem fugir do assunto, num português absolutamente correto, as frases com começo, meio e fim.
Qualquer outro no seu lugar, jogador de futebol ou não, com a fama que desfruta hoje no mundo todo, estaria pelo menos um pouco afetado, mostrando alguma frescura típica de celebridade.
Mas ele me pareceu ser exatamente o mesmo cara do juvenil do São Paulo, todo centrado e certinho, que vi jogar pela primeira vez no começo de 2001, quando era reserva de um jogador chamado Harrisson, de quem nunca mais ouvi falar.
Contido nos gestos e nas auto-referências, é uma figura atípica nesta fauna de boleiros empavonados, que ficam famosos e milionários de um dia para outro, tornando-se outras pessoas.





Este texto foi postado em um site esportivo, onde o jornalista ficou impactado com a postura do Kaká, que apesar de usufruir de um status de celebridade, não usa isso em seu favor, pois sabe, declara e vive a verdade de que "tudo provém de Deus"...

O evangelho precisa de pessoas que o divulgue não só com palavras, mas também com atitudes e testemunho de vida, que Deus levante e sustente outros Kakás no seio da nossa sociedade.


enviada por CH...






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1 João 4:8 - Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.

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Notícias de Israel

Israel reabre as passagens fronteiriças com a Faixa de Gaza

Israel reabriu neste domingo (29) as passagens fronteiriças com a Faixa de Gaza, quatro dias após tê-las fechado em resposta ao lançamento de foguetes contra seu território, que violava seu cessar-fogo com o grupo Hamas na região.


Desde as oito da manhã hora local (2h de Brasília), as passagens comerciais de Karni e Sufa, assim como os de acesso de combustível de Nahal Oz e de pessoas de Erez, voltaram à atividade, embora com certas restrições, segundo fontes militares.


Entrarão assim em Gaza neste domingo cerca de oitenta caminhões com mercadorias, muito abaixo das quantidades de dois anos atrás, mas representará uma melhora em relação ao ferrenho bloqueio imposto por Israel à faixa desde que há um ano o Hamas tomou o controle da faixa pela força.

A decisão foi adotada ontem à noite após consultas por telefone entre o ministro da Defesa, Ehud Barak; seu "número dois", Matan Vilnai; e os serviços de inteligência militar e civil interior, o Shin Bet, informa o jornal "Haaretz".

 

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